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Por Mário Beja Santos ||| O ensaio de Emília Ferreira, historiadora de arte entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2025, dirigiu o Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC), é uma história de assertividade em tempos de Covid-19 e confinamento, o país em casa, mas este museu manteve-se online, disponibilizando conteúdos numa nova e bem-sucedida estratégia de coligação. Assim nasceu Quando o museu fechou, Fundação Francisco Manuel dos Santos, maio 2025.
Não entendo muito bem porque nos mantemos silenciosos sem contar as nossas histórias em tempos tão calamitosos como os que vivemos em 2020 e 2021. Houve instituições que ofereceram uma inusitada companhia a quem estava confinado. Guardo o remorso de ainda não ter enviado uma carta de gratidão para o Metropolitan Opera House, de Nova Iorque, todas as noites tínhamos direito a um espetáculo gratuito do soberbo arquivo desta lendária sala de espetáculos nos Estados Unidos, récitas de sonho, uma deslumbrante companhia para quem não devia sair de casa; e outras famosas casas de ópera também abriram os seus tesouros ao público, não faltou solidariedade, é bom não esquecer como se reinventaram laços nesse tenebroso período. |
AutorEdição Mais Norte Histórico
Novembro 2025
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